Você não precisa cortar o carboidrato, o vinho ou o chocolate para emagrecer: o segredo é moderação!
Quem não vive sem pão ou macarrão:
Em geral, apelam para as dietas que cortam completamente os carboidratos da rotina, como a Atkins — em que, por duas semanas, não é permitido ingerir nem pão nem massa, nem mesmo algumas frutas e legumes. Mas, por serem tão radicais, essas restrições não costumam durar muito tempo. Além disso, há estudos que relacionam a necessidade de comer carboidratos a uma baixa produção de serotonina (o hormônio do prazer) no cérebro. Uma forma de estimular a liberação dessa substância é consumir alimentos ricos em triptofano, como castanhas em geral, abacate, banana, ovos, leite e derivados.
O carboidrato deve ser sempre acompanhado de uma fonte de proteína e de uma salada, para controlar o índice glicêmico.Índice glicêmico é o nível de glicose no sangue. Quanto mais rápido ele sobe, mais rápido passa a sensação de saciedade. Ou seja, se for comer um pão branco, por exemplo, que alto índice glicêmico, inclua no recheio peito de peru, atum ou sardinha. O macarrão, por sua vez, deve sempre vir acompanhado de uma salada e de uma carne magra.
Os carboidratos integrais fazem o efeito inverso: a digestão ocorre lentamente, em função das fibras, e a glicose, consequentemente, é liberada aos poucos, mantendo o nível de energia equilibrado por mais tempo. Resultado: você demora mais para sentir fome novamente. Por isso, sempre que possível, prefira os integrais.
Quem não abre mão de uma tacinha de vinho:
A primeira regra de qualquer dieta é: diminuir ou evitar ao máximo a ingestão de bebidas alcoólicas, pois elas são muito calóricas. Mas essa não é uma tarefa fácil para todo mundo. Há quem sofra só de pensar em abrir mão do vinho, da caipirinha ou da cervejinha mesmo que só nos fins de semana. Uma dica para quem tem essa dificuldade é tomar água entre os goles da bebida alcoólica. Assim diminui-se consideravelmente o consumo.
Quem come chocolate todos os dias:
Quem não consegue viver sem chocolate cansou de ouvir de nutricionistas que deve trocar chocolate ao leite pela amargo. Isso pode parecer difícil, mas vale a pena tentar. Foi comprovado que o chocolate amargo com maior concentração de cacau (em torno de 70%), além de ter menos açúcar e gorduras, é o que traz mais benefícios à saúde pois é rico em flavonóides, ajuda a proteger o coração, a prevenir o diabetes tipo 2, reforça as defesas do corpo e até controla o apetite. Para acostumar o paladar aos poucos comece com a versão de 40%, 55% e assim por diante até chegar no de 70% e 85%.
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